Esta receita deve ser preparada pela manhã, bem no horário em que todas as pessoas estão indo para o trabalho. Adicione lentamente muita chuva intensa e constante durante um longo período de tempo, misture bem e acrescente muitos veículos, de todos os tipos: Carros, caminhões, ônibus, motos, carretas, tratores enfim, quanto mais melhor.
Deixe os ingredientes agirem por uma meia hora, prepare bem a massa e junte as pessoas, muitas pessoas apressadas, com compromissos e muitas delas indo nas mesmas direções.
Finalize a receita em época de final de ano que ela ficará especialmente saborosa!
Eu fiz essa receita nesta semana, dia oito de dezembro de dois mil e nove, dia em que São Paulo PAROU debaixo d’água!
Lá estava eu indo para o trabalho, na marginal pinheiros quando de repente o ônibus para, literalmente para de andar, desliga o motor e no que eu olho para o lado, vejo apenas o rio transbordando do meu lado esquerdo e do meu lado direito só muro, uma linha de trem e uma infinidade de veículos ao meu redor, motoboys voltando na contra mão, pessoas andando desesperadas pra lá e pra cá no meio da marginal, elas não sabiam se estavam com mais medo da enchente ou de um possível arrastão. Todas sem idéia do que fazer e assim como eu, no meio do CAOS!
Alguns mais afoitos decidiram que iriam embora de qualquer jeito, eu decidi esperar mais um pouco, e o grupo de pessoas a tentar ir embora foi aumentando, aumentando e antes que eu fosse levada pelas águas decidi ir junto. E lá fui eu para a minha aventura matutina, de salto alto, guarda chuva, bolsa, pasta e roupa social, maravilha, né?
Resumidamente teve de tudo, andei mais que um camelo, pulei muro, atravessei um viaduto inteiro, vi ruas inundadas, carros boiando, peguei um trem completamente lotado e depois outro e mais outro e finalmente, cheguei ao trabalho às cinco horas da tarde!
Eu saí para trabalhar às seis e meia da manhã e cheguei às cinco horas da tarde, e o mais surreal de tudo vem agora, sabe quanto tempo eu levei para voltar para casa? Uma hora e meia, acredite meu estimado leitor, eu nunca fui tão rápido de Alphaville a São Paulo como neste dia!
Agora me responda, isso é normal??? Uma coisa dessas só acontece em São Paulo, essa cidade é absolutamente surpreendente! Meu dia fui uma total aventura, como posso reclamar de "rotina"? Creio que a receita para sobreviver a um dia deste é muito bom humor, disposição, boa vontade e otimismo!
Como diria o Zeca Pagodinho:" Deixa chuva, ops, "Deixa vida me levar, vida leva eu..."
Quando era criança eu gostava de brincar, jogar era um passatempo divertido, alguns jogos até estimulavam o raciocínio lógico, a memória, mas no final das contas eram apenas jogos.
Aí crescemos, em "tese" viramos adultos e não jogamos mais. E me ponho a pensar, será que realmente paramos de jogar ou simplesmente mudamos de jogo?
Chego à conclusão que continuamos a jogar e a única coisa que muda é o tipo de jogo. Agora, depois de “adultos” passamos a jogar com a vida. Com a nossa vida pessoal, profissional, sentimental e também com a dos outros.
Muitas vezes participamos de um jogo e nem nos damos conta, estamos tão habituados com isso que acabamos não enxergando. Não percebemos que estamos mexendo com a vida do outro ou nem nos damos conta quando estão jogando conosco.
E sabe como é né, jogo é jogo, cheio de regras, estratégias e vence quem jogar melhor. Se você não era um bom jogador quando criança, azar seu, terá que aprender no jogo da vida.
Jogo da vida... Que expressão mais clichê... Mas ainda assim verdadeira como muitos clichês, mas a questão que me vem à mente é: Os jogos são necessários?
Será que ganhamos ou perdemos quando ficamos jogando? Não sei, mas acho que dependendo do jogo nós perdemos.
Perdemos tempo, energia, possibilidades, oportunidades e nesse caso independentemente de quem “ganha” o jogo eu acho que todo mundo perde, porque poderia estar vivendo uma infinidade de coisas que simplesmente são perdidas por causa dos jogos.
Vou tentar ficar mais atenta para ser a juíza e perceber quando estou dentro de um jogo ou quando eu mesma estiver fazendo alguém jogar para ter o livre arbítrio de decidir se esse é um jogo que vale a pena ou apenas perda de tempo.
Se for para jogar, vou preferir truco (que eu nem sei...) melhor aprender e ocupar a cabeça com o truco onde não importa quem ganha ou quem perde, pois, no final acho que todos ganham porque esse sim é um passatempo e a nossa vida não!
Sabe, acho que esse blog não poderia ter um nome que não fosse tanto a minha cara como esse, QUEM ENTENDE??? Porque acho que essa é uma pergunta que muitas pessoas já se fizeram em algum momento de suas vidas.
Afinal de contas, quem entende as pessoas? Quem entende as relações? As atitudes? Definitivamente concluo que certos questionamentos nunca terão respostas, serão eternas interrogações.
Eu realmente não entendo porque certas coisas acontecem ou deixam de acontecer, nossa vida é tão incerta, pode mudar tão bruscamente a qualquer momento e será que pelo fato de sabermos disso, não deveríamos tentar agir de forma diferente?
Por que de repente se apegar tanto ao que vão pensar, ao que é certo ou errado, justo ou injusto. Digo por mim mesma que às vezes me pego tão presa às regras, preocupada com a opinião dos outros, mas será que isso realmente importa? Ou será que o que mais importa é o que eu sinto? É me permitir ter o que me faz feliz, mesmo que para quem veja de fora isso seja errado?
Não sei... Apenas sei que a vida passa depressa e ela tem coisas tão únicas que não devem ser desperdiçadas, às vezes procuramos tanto, passamos nossa vida toda procurando pela felicidade sem nos darmos conta de que ela está aqui, ao seu lado, ao lado às vezes daquela pessoa que está perto de você e simplesmente não prestamos atenção justamente por isso, porque está ao alcance das nossas mãos e aí pensamos: Não... não é possível que esta pessoa aqui ao lado, tão acessível possa ser para mim um sinal de felicidade na minha vida, mas sim pode ser sim e afinal de contas, quem foi que disse que a felicidade é algo longe, inatingível, só um sonho?
Permita-se... Independentemente do que possam pensar...
Por quê? Por que tantas complicações quando tudo pode ser tão mais fácil? Porque escolher o caminho mais difícil? Porque negar seus próprios sentimentos ao invés de simplesmente se entregar a eles.
Não sei, não sei, definitivamente não sei de nada. Apenas sei que sou uma completa idiota, com atitudes idiotas, com expectativas idiotas, com desejos idiotas. É assim que me sinto.
FURIOSA, porque nos obrigamos a ouvir coisas que já sabemos? Não quero mais fazer isso comigo mesma, não quero mais me machucar, não quero mais sofrer, não quero mais sentir isso tudo que sinto agora. Não é justo comigo.
Não é possível que eu seja tão fraca a ponto de ter que ouvir coisas que não mereço e mesmo assim passar por cima de tudo, onde afinal de contas está o meu limite????????
Não é possível que certas palavras não entrem nessa minha cabeça dura! Mas vão entrar nem que eu tenha que quebrar a cabeça de tanto me lembrar delas e que por insistência elas fiquem ecoando na minha mente e convençam esse coração burro a aceitar o que a dureza das palavras efetivamente disseram sem dificuldade nenhuma.
Não é possível que mais uma vez a minha memória me traia, me fazendo esquecer a dureza das palavras. Elas foram ditas e elas me trarão forças para mantê-las sempre fresquinhas nessa memória que por prudência e amor próprio deve se manter escutando aquelas palavras.
É isso, suas próprias palavras me levarão de você, se era isso que queria, pode ficar feliz, pois finalmente seu objetivo foi alcançado com louvor.
Sim, já estou de volta à ativa e muito feliz com isso! Fui ao cinema que é uma paixão para mim, sou viciada, me sinto feliz, amo!
Assisti ao filme que intitula esse simples post e digo para vocês que AMEI! Ele conta a história de duas mulheres incríveis, Julie Child que se muda com seu marido diplomata para Paris e ela como uma apaixonada por comer e comidas se encanta com a culinária francesa. Julia tenta encontrar livros de culinária francesa em inglês e simplesmente não encontra nenhum, a partir daí começa o desafio dela, publicar um livro.
Paralelamente o filme nos apresenta Julie Powell uma funcionária pública infeliz com a sua vida profissional prestes há completar trinta anos, tendo que lidar com o sucesso profissional de suas amigas. Julie tem o hábito de cozinhar como válvula de escape, e decide então testar todas as receitas do livro de Julia Child que foi um sucesso absoluto e revolucionou os editoriais de gastronomia. Ela então começa a escrever um blog, onde comenta as receitas e tenta realizar todas em um prazo de um ano.
A partir daí o filme se apresenta deliciosamente, engraçado, delicado e inspirador! Fiquei pensando em mim, no meu blog, nas minhas expectativas e sonhos e comecei a me perguntar em que momento da minha vida eles se perderam...
Quando eu era criança, brincava com as minhas amadas primas Lidi e Juli que éramos executivas realizadas, chiques e de muito sucesso. No fundo esse sempre foi um sonho, que ao longo dos anos e das frustrações do dia a dia foram se perdendo dentro de mim.
Eu, assim como Julie uso o Blog como uma válvula de escape e um grande instrumento de desabafo. Hoje vejo que amo escrever em meu Blog, obrigada a você que me estimulou a criá-lo, obrigada por sempre me ler, corrigir, palpitar e algumas vezes gostar do que lê por aqui, com certeza me estimula a dar o meu melhor quando muitas vezes nem eu acredito nele. Não sei se o blog é legal ou gostoso de ler, mas de qualquer forma é ele cheio de mim, dos meus sonhos, expectativas, medos, dúvidas, enfim é cheio de coisas do dia a dia.
Como eu já disse amei o filme me vi na tela em várias cenas ele me levou de volta aos meus sonhos me fez pensar em quem eu sonhava em ser quando criança e em quem eu sou hoje.
Sim, quero voltar a sonhar, quero voltar a acreditar que aquela menininha que brincava com os saltos altos da mãe, com maquiagem borrada, achando que estava linda e roupas de adulto pode realizar tudo aquilo que um dia sonhou!
Dia vinte e seis de novembro de dois mil e nove, onze horas e quarenta e três minutos e aqui estou eu no HCOR em São Paulo, um dia depois da minha cirurgia. Decidi deixar registrado exatamente como estou me sentindo.
Meu estado físico é o seguinte, sinto dor de cabeça e a minha cabeça "girando" um pouco, dor nas costas, e quando respiro uma dor no peito.
Emocionalmente... Me sinto muito mais emotiva, fragilizada e nesse exato momento com vontade de chorar. Queria ter aqui ao meu lado pessoas que não tenho... E me sinto triste, pois parece que não tenho importância nenhuma para estas pessoas, a vida delas simplesmente continua. Não sei se é certo ou errado, deve ser certo, eu que sou mole demais e quero que as pessoas me dêem aquilo que não tem. Sei lá...
Mas fazer o quê... Coisas da vida.
O médico me disse no centro cirúrgico que iria fazer uma tatoo no meu coração, já que eu tenho várias, foi até engraçado!
Fato é que estou de coração novinho e pretendo cuidar melhor dele e não permitir que o partam, maltratem e façam sofrer, pois só tenho esse e ele merece e vai ser amado, bem tratado e muito feliz!
Bom, isso não foi um texto, apenas um desabafo. Quero melhorar logo!
Aos amigos, obrigada pelas orações e boas vibrações elas com certeza me fizeram muito bem e me deixaram muito calma, agora é paciência e a certeza de que TUDO ISSO VAI PASSAR!
Engraçado né, exatamente no dia 13/10/09 eu escrevi aqui no blog um texto sobre um filme que eu assisti, chamado "A Onda" e para minha surpresa, veja só aonde ela chegou!
Sim, ela chegou a nossa porta e tudo por causa de um vestido!
Essa movimentação toda em torno do vestido vermelho na minha opinião é um tremendo ABSURDO! Não posso acreditar que nossos futuros profissionais possam ser tão idiotas, preconceituosos e tenham a mente tão vazia a ponto de criarem um escândalo por conta de uma peça de roupa!
Não estou aqui para dizer se o vestido vermelho era curo, justo, feio, bonito, se a moça é isso ou aquilo, porque isso absolutamente NÃO INTERESSA! GENTE, É APENAS UMA PEÇA DE ROUPA!
O mais assustador é que o Brasil se intitula ser um país livre de preconceitos, que é completamente a favor da liberdade de expressão, um país de pessoas hospitaleiras, simpáticas, alegres e por aí vai e eu te pergunto, onde estavam essas pessoas no momento da palhaçada do vestido vermelho? Porque as pessoas que estavam naquela "Universidade" se mostraram um bando de descontrolados e cheios de exatamente o contrário daquilo que o Brasil prega ser!
Enfim, nosso presidente uma vez disse que a crise era só uma "marolinha" que não atingiria o Brasil, mas pelo que vejo ele estava redondamente enganado, porque a onda está aí, por todos os lados e muitas vezes um mero vestidinho vermelho se transforma num tsunami...
Acho mais prudente manter os olhos bem abertos porque daqui a pouco estaremos usando burcas e não teremos mais nossa identidade!
Me sinto bem, feliz, radiante! Não sei como isso acontece, mas me sinto assim e sinceramente digo a vocês, não aconteceu absolutamente nada de especial que me causasse essa felicidade. Eu não ganhei na mega sena, não consegui o emprego dos meus sonhos, não conheci meu futuro marido, não comprei um carro, não fui para Paris, nem nada.
Mas encontrei a mim mesma! No meio de tantas"Karinas" que existiam dentro de mim hoje consigo definir mais claramente qual delas é a Karina, do que ela gosta, do que lhe faz bem.
Como é gostoso se conhecer, se amar, não ter planos e deixar as coisas acontecerem e hoje eu vejo que SIM, as coisas acontecem é só você permitir!
Chega de viver a procura de alguma coisa, chega de ficar correndo atrás da felicidade, ela está exatamente aqui, dentro de mim só esperando que eu a enxergue!
Eu me sinto bem! Sinta-se também, se ame, seja sua prioridade, faça o que quiser, dance, sorria, experimente, VIVA A SUA VIDA ela é única e é só sua!
Eu estava lendo o Blog do Bruno (http://azulnocinza.zip.net) ele escreveu sobre o tempo de esperar e eu fiquei pensando, o tempo todo estamos esperando alguma coisa.
Esperamos ser amados, aceitos, felizes, compreendidos, reconhecidos por nossas qualidades, esperamos que as pessoas façam o que queremos, e por aí vai.
Fato é que mesmo inconscientemente estamos sempre esperando alguma coisa. Mas será que isso é certo? Eu não sei, porque estou no mesmo barco, sempre esperando o dia em que serei feliz, o dia em que realizarei a viagem que sonho, o dia em que conhecerei uma pessoa que vai se casar comigo, o dia que serei a profissional que um dia eu sonhei, enfim o dia que serei feliz.
E comecei a pensar, será que posso ser feliz enquanto espero? Porque enquanto gente espera a nossa vida simplesmente acontece e se tem uma coisa que definitivamente não espera é o tempo, ele está correndo, como diz a música do Cazuza: “Eu vejo o futuro repetir o passado eu vejo um museu de grandes novidades, o tempo não pára. Não pára, não, não pára”..
De repente ao invés de esperar tantas coisas deveríamos tentar realizar mais e esperar menos, ou seja, imagina só que coisa boa seria conseguir não esperar nada e simplesmente saborear o que acontece inesperadamente!
Não sei se é possível, até acho que sim, e deve ser muito bom porque cada coisa que acontecer será uma novidade, uma surpresa, sem planejamentos e expectativas. Não parece delicioso?
Vou tentar esperar menos, realizar mais e viver a minha vida ao mesmo tempo que espero, porque afinal de contas o tempo não para e a gente nunca sabe o que pode acontecer nos próximos cinco minutos e isso é o grande barato de estar vivo!
Quando uma gota de chuva cai em nosso rosto em uma tarde de calor, não temos a noção da intensidade que pode existir após ela. A mesma gota, junto com tantas outras, pode destruir cidades e corações.
Quando a primeira letra é lançada em uma folha de papel, mal sabemos que podemos ser inundados por uma enxurrada de emoções, sentimentos e sensações.Uma vida pode ser descrita e mudada por meio de um texto.
Uma gota de suor que cai do rosto de um trabalhador, não demonstra o tamanho de seu esforço. Pois, só ele sabe tudo que passou pra conquistar o pão daquele dia.
Uma lagrima que corre do canto dos olhos, tão pequena e tão grandiosa ao mesmo tempo, é como uma partícula bombástica do que está no coração. Pode ser de tamanha felicidade, ou de muita angustia e solidão.
Um simples sim, pode determinar uma vida inteira e cinco minutos definir felicidade ou tristeza para a eternidade. Tudo depende de uma única escolha, a qual você, mesmo tendo feito pouco, vai passar a vida se questionando muito, se fez a escolha certa.
Um passo pode não ser nada perto de todo um percurso, mas sem o primeiro, você não sai do lugar. Um destino é importante, é preciso saber onde se quer chegar. Independente de onde você veio.
Pequenos gestos, tem poder de fazer o tempo parar, e significam muito pros poucos que estão envolvidos. Um beijo, um olhar, um toque, segundos que revelam sensações antes nunca sentidas e sempre relembradas.
Momentos, que as vezes não são entendidos, que fazem do pouco, muito e do que era antes muito importante, quase nada. Mudam conceitos, certezas e atitudes.
Segundos em que você pula, rumo ao desconhecido, sem ter onde se segurar, mas que se tornam inesquecíveis, porque você se permitiu ser, você se permitiu entrar no mundo do muito e do pouco.
Texto especialmente escrito por Bruno Sampaio do Blog: http://azulnocinza.zip.net indico que dêem uma olhadinha porque é muito bom!
Enquanto ela não chega, postei duas letras de música que acho maravilhosas.
Sutilmente na minha opinião é uma obra prima, que letra linda e consistente, quisera eu escrever algo tão certo. Adoro encontrar músicas que dizem exatamente aquilo que eu mesma queria dizer. Me pergunto de onde Nando Reis e Samuel Rosa tiram inspiração para escrever essas coisas...
Imagina só que sonho conseguir colocar em palavras exatamente aquilo que sente e ainda por cima transformar toda essa poesia em música! Acho o máximo!
Gosto de escrever coisas sobre o cotidiano e sentimentos, claro que sou apenas uma amadora e que a maioria dos meus textos não passam de meros desabafos, mas veja só que coisa mais simples e linda: "E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace", não é exatamente isso que queremos? Perfeito!
"Mas quando eu estiver morto suplico que não me mate não dentro de ti", quem já perdeu uma pessoa muito amada sabe que é isso mesmo que acontece, dentro de nós elas sempre existirão.
Quero ser lembrada por alguém quando eu não mais estiver nesse mundo quero continuar a existir num mundo particular de alguma pessoa, assim como algumas continuarão a existir no meu.
Wave, eu confesso que não sou fã de MPB, mas essa música tem uma letra tão gostosa que acabei me rendendo! Podem achá-la melosa demais, mas de qualquer forma é bem verdadeira afinal como já disse o autor do Pequeno Príncipe: "O essencial é invisível aos olhos"!
E eu também acho que é impossível ser feliz sozinho, mesmo que estejamos numa ilha e que às vezes as pessoas nos desapontem ou nos deixem na mão quando precisamos, creio que vale a pena relevar e seguir a diante nos dando oportunidades de fazer a diferença e aos outros para que se mostrem diferentes.
“Vivendo e aprendendo” esse ditado é famoso, mas tem certas lições que demoram um pouco para a gente aprender, né?
Por exemplo, as expectativas, racionalmente nós sabemos que não devemos criá-las em relação às pessoas. Quando nos damos conta, lá estamos nós cheios delas querendo que as pessoas nos dêem aquilo que esperamos ou precisamos.
Mas sei lá, vai ver que nossas expectativas são frustradas em algumas situações porque as pessoas não podem dar aquilo que simplesmente não tem.
Por isso acho que no final das contas o mais fácil é não contar com ninguém, mas como na maioria das vezes o mais fácil é o mais difícil.
Vai ver as pessoas estão ocupadas demais com as suas vidas que não sobra um tempinho para perguntar a alguém que é especial (é... não deve ser especial) se ela está bem, ou às vezes não precisa nem perguntar, só um bom abraço acalma o coração!
Mas é isso, cada um tem suas prioridades, seja você mesmo sua prioridade, assim você não corre o risco de esperar um abraço de alguém que está ocupado de mais para te acolher!
Simples assim, cansei de ser boazinha. Não aguento mais, tenho vontade de gritar para quem quiser ouvir.
Meu Deus, como é difícil lidar com as pessoas, como o ser humano complica tudo!
Eu não entendo porque cargas d`água as pessoas não podem simplesmente cuidar da sua própria vida e deixar a dos outros em paz. Será que isso é algo impossível?
Parece que aquele ditado que diz que: “Bonzinho só se... *#*#*” parece ser verdade, eu não quero com isso dizer que sou santa ou dona da razão porque definitivamente não sou.
Mas eu me esforço para ser uma pessoa melhor e justa. Fato é que cansei de ser boazinha, compreensiva e tentar relevar os absurdos que as vezes ouvimos.
Quero mais é que cada um seja responsável por suas escolhas e atitudes.
Chega. Vai ver quem está errada sou eu, as vezes minha intenção é ajudar mas para o outro isso pode ser visto como uma intromissão e lá estou eu cometendo um erro que detesto que cometam comigo.
Melhor não se meter, cada um que cuide da sua vida!
Um dia minha irmã muito sabiamente me disse: Karina, quem quer faz!
Nunca mais esqueci isso, e penso que independentemente do que quer que seja QUEM QUER FAZ, simplesmente não há desculpas.
Estive pensando sobre as desculpas e elas estão em todas as partes, isso sem falar nas que damos para nós mesmos...
Sim é muito mais fácil usá-las para justificar nossos atos, não posso fazer isso por causa disso, disso e disso e aí estão as famosas desculpas.
Mas, o que há por trás delas? O que queremos esconder? Seráque queremos esconder de nós mesmo nossas fraquezas? Medos? Inseguranças?
Eu te pergunto, quem não as tem? Todos temos. E no fundo sabemos que simplesmente não existem desculpas para não colocar em prática aquilo que verdadeiramente queremos, somente aquelas que nós mesmos criamos para nossa vida e acreditamos como verdades absolutas.
Da próxima vez que você realmente quiser algo, seja o que for, tente enxergar além das desculpas e creia, que se não o fez até hoje é porque não quer e está simplesmente se dando desculpas.
Não se deixe enganar e principalmente não engane a si mesmo. Chega de desculpas!
Muito bom esse filme, ele fala sobre um fato ocorrido em uma escola na Alemanha, onde um professor tenta explicar aos seus alunos sobre Autocracia, ele começa a falar sobre o regime e propõe aos alunos para que durante uma semana eles o experimentassem.
A princípio alguns alunos são contra e dizem que nos dias de hoje é impossível acontecer algo como o nazismo, mesmo assim eles começam a experiência.
O professor é o líder, eles escolhem um nome para o grupo que se intitula de “A Onda”, depois decidem usar um uniforme, escolhem um logotipo, e de repente o movimento toma proporções jamais pensadas pelo professor e paro por aqui ou vou acabar contando o filme todo.
Mas recomendo, ele foi baseado no livro homônimo de Morton Rhue, sucesso há mais de vinte anos e leitura obrigatória em muitas escolas alemãs. Apesar de o livro ser de ficção, o mais alarmante é que ele foi baseado em um fato real ocorrido na Califórnia em 1967.
Eu saí do cinema impactada em ver como uma coisa pequena de repente se torna em algo enorme e com conseqüências irreparáveis.
Mais assustador ainda é ver como as pessoas se deixam levar e podem ser muito facilmente manipuladas. Às vezes elas precisam só de um mergulho e quando se dão conta já estão no meio do oceano, pior ainda é quando não percebem e já foram tragadas pela onda.
Por isso eu recomendo, tenha sempre um bote salva vidas e não se deixe levar pela onda, nem tudo é o que parece ser!
Não sei como se explica a atração, mas para mim é algo muito intenso. Gostaria de saber como isso acontece, como somos atraídos para lugares, pessoas, sei lá, queria entender esse processo.
Existem vários tipos de atração, às vezes somos atraídos por pessoas que dispensam palavras, é como se houvesse uma eletricidade unindo-as.
Não sei se atração pode ser confundida com o que algumas pessoas chamam de intuição, ou de repente uma coisa nada tem a ver com a outra.
Muito tem se falado sobre atração, no livro "O Segredo" Rhonda Byrne, por exemplo, fala-se sobre a "Lei da Atração" que em suma diz que você é responsável por atrair as coisas para a sua vida, sejam elas boas ou ruins, você quem as atraiu. Bom, não cabe a mim dizer se é certo ou errado, mas acho que tem algum sentido.
O livro propõe (na minha interpretação) que você modifique o seu pensamento, ao invés de pensar nas coisas que você não quer (o que é uma tendência natural) você deve pensar nas coisas que quer.
Falando assim parece algo completamente simples, então a receita é somente essa: Pensar nas coisas que eu quero!
Ok, agora na hora de colocar em prática você começa a ver o tamanho da dificuldade... Como é difícil controlar os pensamentos!
Pelo menos para mim é, porque eles vêm num turbilhão, enchem a minha mente e quando me dou conta lá estou eu pensando nas coisas que não quero!
É... é trabalhoso, mas de repente pode ser um bom treinamento, no meio do caminho posso descobrir o que efetivamente eu quero, posso me conhecer melhor e de repente no meio dessa descoberta coisas boas podem surgir, aí eu já não sei mais se foi ação da lei da atração ou se foi mero acaso.
De qualquer forma, vou tentar praticar o pensamento positivo!
Um dia desses no trabalho a pia da cozinha decidiu entupir, aí uma das pessoas disse: Joga diabo verde que resolve!
Nossa... Que medo: Diabo verde? Ok, decidimos dar uma oportunidade ao diabo para nos fazer um bem!
Eu não conhecia esse produto, mas como tudo tem uma primeira vez, compramos o tal diabo que é um pó grosso, com umas pedrinhas brancas e verdes, ele deve ser colocado no ralo da pia junto com água quente, e não é que funciona!
Aí, fiquei pensando... Bem que podia existir uma coisa dessas para seres humanos, porque às vezes engolimos tantos sapos que dá até vontade de tomar um drink de diabo verde e ficar livre dos sapos, das dores, de todo sofrimento, frustração, medo, angústia, aquele nó na garganta, sabe? E dali diabo verde nele!
Ou indo mais além ainda... Imagina servir um drink para aquela pessoa insuportável, que pega no seu pé, te irrita e deixa você a ponto de servir mesmo um copo bem cheio!
Calma, calma, esse lance de diabo é muito perigoso, esse texto está ficando muito maligno!
Melhor não mexer com essas coisas, nessas horas é melhor respirar fundo, contar até dez e pedir a Deus que nos ajude, afinal Ele pode todas as coisas!
Quanto ao diabo... vamos nos contentar com o verde mesmo, pois a pia ficou excelente!
Mas eu recomendo... deixe fora do alcance de algumas pessoas... Nunca se sabe o que pode acontecer!
Você acha que a primeira impressão é a que fica? Eu não sei, mas acho que em alguns casos pode acontecer e ter conseqüências desastrosas..
Na minha opinião é um erro acreditar somente na primeira impressão, porque julgar uma pessoa sem conhecê-la é algo muito superficial para ser tomado como base, prefiro acreditar que uma pessoa é muito mais do que aparenta. Para ter condições de opinar é necessário conhecer, conversar, encontrar outras vezes.
É claro que se eu disser que a aparência e o estilo não contam, eu estaria sendo hipócrita, porque a primeira coisa que torna uma pessoa atraente é seu aspecto físico, o sorriso, a roupa, o cabelo, enfim, cada um tem suas preferências,mas logo de cara é isso que enxergamos e aí sim somos motivados a conhecer a pessoa e a partir daí tudo pode acontecer.
Podemos descobrir que além de atrair fisicamente a pessoa é também compatível com você e tudo fica perfeito.
Ou podemos perceber que a pessoa é fisicamente linda, mas quando abre a boca não sai absolutamente nada que seja aproveitável, isso sim é um problema, porque ninguém agüenta ficar com uma pessoa que só tem beleza, para haver uma relação tem que existir muito mais coisas, eu diria até que muito mais significativas do que aparência.
E ainda, podemos encontrar aquela pessoa que não é lá a rainha da beleza ou do estilo, mas que tem o fundamental: Boa desenvoltura, boa conversa, inteligência, humor, e aí sim você encontrou uma pessoa interessante, porque beleza e estilo podem facilmente ser melhorados, agora, personalidade, autenticidade e outras qualidades indispensáveis a pessoa tem ou não tem, não é algo que se compre.
Pensando em tudo isso, acho que a primeira impressão não é a que deve ficar, para mim ela é apenas a porta de entrada.
Acho irritante observar como subestimam nossa inteligência.
Seja no trabalho ou nas relações com as pessoas em geral há uma tendência enorme em subestimar nossa inteligência, capacidade de observar as coisas, de perceber as situações, ou será que as pessoas pensam que somos loucos e não temos noção de nada??
Façam-me o favor, não se dêem assim tanta importância a ponto de achar que as coisas acontecem porque você existe, ou que as pessoas não têm noção nenhuma e estão desesperadas por você.
Vamos lá, um pouco de bom senso não faz mal a ninguém.
Esse texto pode parecer meio revoltado, mas estou cansada das pessoas acharem que sou cega ou louca.
Posso parecer, mas não sou. Vejo as coisas que acontecem ao meu redor, e tenho noção do que é ser inconveniente, aliás, ter noção das coisas é algo muito valioso, pois não há nada mais insuportável do que uma pessoa inconveniente.
Fui clara? Por favor, respeite minha inteligência!
Desde que nascemos estamos fazendo escolhas. No princípio escolhemos as pessoas que queremos ir no colo, depois escolhemos nossos brinquedos, nossos amiguinhos, a roupa, sapato, escola, professor predileto, namorado, e a coisa vai se complicando.
Temos que escolher o que vamos estudar, aí o tipo de escolha muda. São escolhas que vão refletir em nossa vida por muito tempo.
Eu por exemplo, escolhi estudar publicidade e propaganda... Hoje já vejo o curso de outra forma, mas enfim, foi uma escolha e tenho que assumir.
A partir daí entramos na vida adulta, ou nem escolhemos isso, somos levados.
Começamos nossa vida profissional, em algumas vezes de forma saudável ou meio as avessas.
Aí chegamos em outro ponto da vida, onde as escolhas vão se tornando mais definitivas. Isso é assustador.
Porque o tempo está passando e por mais que a gente não queira escolher nada, parece que uma voz grita dentro de nós dizendo: "Ei, você vai ter que descer do muro!!!!!" "É hora de assumir as responsabilidades e os riscos."
E aí??? Engraçado que não tem como fugir disso, porque você se cobra, as pessoas te cobram, é como se todos esperassem que você fizesse suas escolhas para que a vida seguisse seu curso.
Acho que esse é o que significado amadurecer, simples assim (na teoria): Fazer escolhas e pagar o preço por cada uma delas.
Sábado eu fui a uma festa de máscaras e eu fiquei pensando que esse seria um tema bem sugestivo para escrever.
A festa foi bem interessante, havia todo tipo de máscaras, tinha até um homem com uma de Michael Jackson que dava até medo de olhar de tanto que parecia.
Mas era interessante observar como as pessoas (inclusive eu) estavam diferentes com as máscaras, era como se fôssemos outras pessoas.
Era exatamente essa sensação que a máscara nos dava, estávamos protegidos por ela, poderíamos ser outra pessoa, fazer coisas que sem elas não faríamos.
E fiquei pensando que assim é a nossa vida, todo dia colocamos uma máscara. Acho que isso acontece sem que a gente perceba, não sei se é bom ou ruim.
Mas com toda certeza elas levam embora nossa autenticidade, nossa essência.
Conhecer-se é muito difícil e algo que dá medo, porque você pode chegar à conclusão que não é assim tão bom, tão legal e pode enxergar uma série de defeitos que na maioria das vezes ficam camuflados pelas máscaras.
De qualquer forma acredito que conhecer nossos defeitos nos torna mais fortes e donos de nós mesmos porque eles são nossas escadas para uma versão ainda melhor de nós.
Ninguém gosta de defeitos, mas com bastante coragem e esforço eles podem mudar e quem sabe um dia as máscaras se tornem desnecessárias.
“Eu vou fazer um leilão, quem dá mais pelo meu coração?”, esse é um trecho de uma música que não vou nem comentar, fato é que ela me fez pensar o seguinte:
Quanto valeria seu coração em um leilão? Pergunta estranha, né? Mas será que tudo nessa vida tem seu preço?
Quanto custaria seu amor? Será que ele pode ser quantificado em alguma moeda?
Não sei... Mas às vezes acho que sim, e não me excluo disso, claro que o mais bonito a ser dito é: Meu amor não tem preço! Mas isso é poesia ou realidade?
A mim não cabe julgar as escolhas de ninguém, até mesmo porque estou no mesmo barco. O tempo todo escolhendo, arriscando, errando e acertando.
Mas e o amor, onde fica?
Ainda assim prefiro acreditar que ele vale mais. Pois do que valeria você estar em lugares maravilhosos, mas com a companhia errada?
Desfrutar de coisas boas da vida sem ter ao lado a pessoa que você realmente queria ter.
Conquistar objetivos se ao seu lado falta àquela pessoa que estava contigo quando as conquistas de hoje eram apenas sonhos distantes?
Pode soar meio “Mastercard”, mas na minha opinião, tem coisas que realmente não tem preço.
Estava eu ontem no final da tarde no trabalho, quando de repente o dia virou noite. Céu escuro, carregado de pesadas nuvens... Temporal à vista.
Como esperado, começa a maior chuva, com direito a raios e trovões e quando menos se espera apagam-se todas as luzes! Sem energia.
E eu começo a pensar no meu guarda chuva, bem guardadinho no armário... de casa.
Como não resta alternativa, lá vou eu embora para casa, na chuva. Chego perto do ponto de ônibus e vejo que o famoso Alphaville – Paraíso (Paraíso?? onde?) vem vindo eu estava a alguns metros do ponto de ônibus, não sei quantos porque não tenho noção nenhuma de distância.
Dou o sinal e o motorista simplesmente não abre a porta e me mostra com a mão o ponto de ônibus.
Olha que interessante, eu estava ali na chuva, o trânsito completamente parado e ele se recusou a abrir a porta, me fazendo esperar até que ele chegasse ao ponto específico e preciso para abrir a porta.
Ok, eu esperei. Fiquei enfurecida. Entrei no ônibus, mais molhada do que estátua de chafariz, olhei bem nos olhos dele, entreguei o dinheiro ensopado e lhe agradeci efusivamente.
Aí, mais uma surpresa, o ar condicionado do ônibus estava ligado no nível mais alto, tipo congelar passageiro.
Lá estava eu ensopada, morrendo de frio e o trânsito completamente parado. O que fazer?
Bom... Terminei de ler meu livro O Clube do Filme (David Gilmour), reli umas partes, falei com a minha mãe no telefone, comi confete, ouvi música, escrevi esse texto e fiquei pensando.
Eu passo tantas horas da minha vida no trânsito, que daria tempo de viver uma outra vida, aprender árabe, conhecer o Nepal, aprender meditação transcendental, estudar francês, ser mãe, criar sete filhos e mais um monte de coisas.
De qualquer forma eu faço o máximo possível para aproveitar bem esse tempo, lendo, ouvindo música, escrevendo, me inspirando com as conversas alheias, fazendo amizade, sei lá tornando esse tempo útil sem ficar simplesmente sentada por horas sem fazer nada cultivando o ócio e me enchendo de nervosismo.
O que eu mais tenho feito nesse exato momento que são 21:47 hs é praticar a arte da paciência, porque eu continuo aqui no frigorífico e bem longe de casa!
Várias coisas podem ser confortáveis, situações, sentimentos, sensações e por aí vai.
Pensando em situação confortável, se você está em alguma, certamente nada será feito para mudar isso.
A confusão começa quando você cria uma situação confortável para as pessoas e desconfortável para você.
Aí complica tudo, porque veja só o panorama: A pessoa está em uma situação super confortável e detalhe você a colocou lá... Só que em dado momento ela deixa de ser confortável para você passa a ser boa só para o outro.
E aí, como se resolve esse impasse?
Porque para tirar o outro do conforto você vai ter que mexer na ferida...Vai ter que por ponto final na história... É esse é o ponto, final.
Como dá trabalho por ponto final das coisas, porque para isso você vai ter que sair da zona de conforto, mesmo que um tanto desconfortável...
Nossa que confusão... Será que isso faz algum sentido?
Pai, mãe, irmãos, sobrinhos, tios, primos, enfim que delícia é ter família!
Eu amo a minha, mesmo não estando tanto tempo juntos, quando nos encontramos é uma delícia!
É bom colocar as fofocas em dia, dar risada, lembrar da infância, sair junto, vemos a família crescer com as crianças chegando, criamos novos laços, é tudo muito bom!
Agora, falta mesmo eu sinto do meu pai... Do seu jeito alegre, animado, do seu otimismo, da sua companhia, seu carinho e interesse por tudo que me fizesse feliz!
Não sei se ele sabe o quanto eu sinto sua falta, mas não há nem um dia desde a sua partida que eu não me lembre dele.
Sempre alguma coisa me faz lembrar dele. Estamos longe já há bastante tempo, às vezes eu tenho dificuldade de lembrar do seu rosto (porque sou péssima fisionomista), mas tenho um amor tão grande por ele, tenho tantas recordações boas, que hoje consigo falar delas sem dor, porque é uma recordação gostosa, sem sofrimento.
Gosto de lembrar dos nossos passeios à noite pelo centro da cidade, das nossas idas a galeria do Rock, dos nossos passeios no Parque do Ibirapuera com o cachorro, do nosso bife à parmegiana num restaurante no centro, das idas a praia, enfim, de tudo.
Ele com certeza sabia o quanto eu o amava e quero dizer mais uma vez, Pai, eu te amo, onde quer que você esteja você é parte de mim!
Assim como amo a minha família e peço a Deus que nos permita estar sempre juntos!!!!
Fico a me perguntar... Quem é o idiota da história?
Às vezes acho que sou eu. E pensando bem chego à conclusão que sim, eu sou a idiota que continua aceitando menos do que merece.
Porque eu faço isso? Porque me saboto? Porque me conformo com pouco se tenho potencial para ter mais?
Às vezes posso me julgar esperta, por uma série de razões, mas se olho de longe vejo que quem está ganhando nessa história não sou eu, não mesmo.
Será que quem tem mais "poder" é quem manda? Ou em outras palavras, quem paga a conta tem o outro nas mãos?
Parece que sim. Parece que essa é uma vertente forte, mas me pergunto, ter alguém preso por estes laços, vale a pena?
Para alguns deve valer, pra mim definitivamente não vale.
Prefiro outros laços. Quero os laços que são presos por amor, carinho, respeito, afinidade, prazer, alegria, bem querer, quer eles venham com ou sem "poder".
Continuo a não saber as respostas... Ou será que sei, mas não quero enxergá-las?
Sim... Várias coisas a serem ditas, mas simplesmente não sei por onde começar.
A folha em branco assusta, ela fica desafiadoramente olhando para mim, como se me dissesse: “Vamos lá, preencha minhas linhas, me mostre se você consegue.”
E eu me sinto pressionada... Péssimo isso.
Cá estou eu, olhando para ela e quer saber de uma coisa... Deixa rolar, quando menos se espera aparece uma idéia e lá estará minha folha esperando por minhas palavras!
Na segunda-feira desta semana, aqui em São Paulo fez um sol de matar, assim como no domingo.
Eu recebo a previsão do tempo por e-mail e a mesma apontava que na terça feira teríamos a seguinte previsão:
TER - 18/08/2009 Sol com algumas nuvens. Não chove. temperatura mínima: 15°C temperatura máxima: 30°C probabilidade de chuva: 0% quantidade de chuva: 0mm
Eu por minha vez pensei: Que bom vou trabalhar com a roupa certa, assim não fico morrendo de calor o dia todo.
Acordo na terça-feira, coloco minha roupa de verão e vou feliz da vida para o trabalho.
Para minha surpresa, quando chego à rua me deparo com um céu preto e uma chuva torrencial!
E lá vou eu as pressas trocar toda a roupa e pegar um guarda chuva... Pensando: Droga de previsão de tempo, 30 graus? Onde? Só se for no Caribe! Saio correndo para meu dia nada ensolarado!
Mas pensando bem, deve ser muito difícil fazer a previsão do tempo para uma cidade como São Paulo que tem todas as estações do ano em um único dia!
Veja só a minha situação, eu saio de casa bem cedo, consequentemente está frio, aí lá vou eu com roupa de frio, a tarde faz um sol de matar, conclusão começo a tirar o bando de roupas. No fim da tarde chove e fica quente, finalmente a noite faz frio.
Moral da história: Troco de roupa o dia inteiro!
Quem dá conta de acertar a roupa? Eu sempre erro... Saio de bota faz sol, coloco sandália chove, vou de regatinha passo frio, na previsão do tempo não posso confiar!
Um filme simples, divertido e muito sensível. Uma forma muito saudável de falar sobre envelhecer.
Em suma o filme fala sobre a relação de amor, cumplicidade e dedicação entre Giovanni e sua mãe (Valéria). Ele é um homem de meia-idade, afundado em dívidas.
O proprietário do apartamento em que Giovanni mora, sabendo de sua dificuldade financeira pede a ele que hospede sua mãe durante o feriado de Ferragosto e em troca ele lhe perdôa parte das dívidas. Posto isso ele leva sua mãe Marinna, e a Tia Maria (que não estava no pacote) que mesmo contra gosto acaba ficando.
Para completar o quadro, chega Grazi (mãe do médico de Valéria) e Giovanni se vê em seu pequeno apartamento com quatro senhoras para cuidar, alimentar, dar remédios, etc. Tarefa esta que ele realiza com primor!
A partir daí se desenrola uma bela história que não trata a velhice de maneira triste, daquelas que faz com que a gente saia do cinema com depressão e medo de envelhecer.
Muito pelo contrário, mostra o lado bom e engraçado e dá vontade de almoçar com elas!
Em suma, um filme sobre amor, amizade, pequenos prazeres da vida e as aventuras e travessuras da terceira idade.
De acordo com o dicionário (http://www.priberam.com.br) significa: 1. Concurso de circunstâncias que causam ventura, 2. Estado da pessoa feliz, 3. Sorte, 4. Ventura, dita, 5. Bom êxito, a felicidade eterna: a bem-aventurança.
É... Essas definições são bem vagas. Fiquei a pensar, como eu defino felicidade?
E penso que felicidade é aquele pequeno e único momento decontentamento e satisfação.
Quais momentos?
Eu diria... Assistir um bom filme, rir de piada sem graça, comer brigadeiro, beijo na boca, sair com as amigas, receber uma cantada do cara mais lindo da faculdade, dançar, abraçar a mãe, conversar com a prima horas ao telefone, rir de nada, abraçar o cachorro, um dia de sol na praia, visitar a vó, morango com leite condensado, comprar um livro, dizer eu te amo, ir ao estádio de futebol com o pai, usar aquela blusa linda da sua irmã, pegar a sobrinha no colo e encher ela de beijo, comprar uma roupa que fica perfeita em você, festa, família reunida, ver seu time ser campeão e mais uma infinidade de coisas que eu poderia ficar aqui falando até amanhã.
Antes de achar que não é feliz, pense melhor e veja que as coisas mais simples são cheias de felicidade, basta você se dar a oportunidade de repará-las!
Fui tomar café da manhã com umas amigas numa cafeteria muito gostosa perto do trabalho. Minhas amigas sempre tomam capuccino eu pensava: Que coisa chique: "Um capuccino, por favor!" risos.
Eu sempre achei que essa bebida tinha uma cara bonita, mas coloquei na cabeça que não gosto de café nem bebidas com café, então nunca tomei.
Hoje eu decidi, vou experimentar esse negócio e aí foi a minha vez de pedir.
E não é que para minha surpresa o bendito do capuccino é simplesmente delicioso!!!
Isso me fez pensar, quantas coisas boas eu deixei de experimentar julgando ser ruim só pela cara?
Um monte...
Mas ainda há tempo, ufa!
Dá para experimentar café puro, suco de graviola, sashimi, Crème brûlée e mais um monte de coisas!
De acordo com o dicionário http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx, a ignorância é definida da seguinte forma: 1. Estado de quem ignora, 2. Falta de ciência ou de saber, 3. Inconpetência.
E eu fiquei pensando...
Falta de ciência ou de saber... Ok, ignorar algo é realmente isso, mas é comum usar a expressão “ignorante” num tom pejorativo para descrever pessoas grosseiras.
O que por sinal é um erro, porque de acordo com o dicionário ignorância nada mais é do que desconhecer algo.
Mas de qualquer forma, essa é uma associação muito comum e o fato de ser ignorante não é nada demais, além do que todos nós somos ignorantes em algum tema.
Nada de errado, sou ignorante em assuntos como "astrologia", por exemplo, mas posso me informar e deixar de ignorar esse tema. Pronto, algo facilmente corrigível.
Agora aquele tipo de ignorância associada à grosseria, essa já é mais complicada porque ela pode simplesmente ser parte da personalidade de uma pessoa, e uma mudança vai requerer uma certa dose de vontade e reconhecimento.
Eu particularmente detesto grosseria, podem até me achar mole demais (confesso minha falha, posso ser mesmo), mas o fato é que acho péssimo gente grossa.
Pessoas que vivem na defensiva, agredindo as outras sem necessidade, parecem estar constantemente armadas, ao menor sintoma de ameaça ou medo disparam suas patadas e pedradas para se mostrarem fortes.
Eu me pergunto: Será que essa "ignorância" toda esconde essencialmente o que? Tenho certeza que embaixo desse tapete deve haver muita coisa.
De qualquer forma, acho tudo isso desnecessário, vejo pessoas gastando suas energias com coisas que simplesmente não valem à pena.
Acho saudável analisar essa tal "ignorância", conseguir enxergá-la e decidir o que fazer com ela...
É necessário ter um caminhão de paciência às vezes para agüentar certas coisas, pessoas, comentários, caras e bocas.
Jesus haja paciência!
Eu acredito que sou uma pessoa tolerante, pelo menos me esforço ao máximo para não ser grosseira, inconveniente e conseguir manter uma ambiente saudável onde quer que eu esteja.
Mas vou te falar uma coisa, tem horas que dá uma vontade de gritar bem alto:
CHEGA!!!!! NÃO AGUENTO MAIS! ME DEIXE EM PAZ, ESQUEÇA QUE EU EXISTO!
Realmente essa tal tolerância é mesmo uma arte e como dá trabalho coloca-la em prática. Mas, de qualquer forma sou adepta. Só acho que não se pode confundir tolerância com idiotice.
Digo isso por mim mesma, pois na visão de alguns pelo fato de ser uma pessoa pacífica e que preza pela boa educação, posso ser julgada por ser uma "idiota".
Mas o fato é que existe uma diferença muito grande entre ser idiota e ser tolerante e essa diferença às vezes não é percebida pelas pessoas.
Por isso, peço todos os dias:
Senhor, me dê muita paciência para tolerar as coisas que não posso mudar e principalmente me ajude a ser diferente!
A famosa "Idade de Cristo", essa será a minha idade de hoje até o dia dez de agosto de dois mil e dez.
Quando fazemos aniversário alguma coisa muda?
Eu não sei, mas acho que sim. Claro que não muda como um passe de mágica, mas alguma coisa acontece.
Talvez essas mudanças sejam percebidas somente no próximo aniversário. Pensando nisso vejo as mudanças que ocorreram nesse período e com certeza elas estão expressas aqui neste blog.
Acho muito saudável mudar, vejo isso como amadurecimento e crescimento. Pode dar medo, mas certamente vale a pena!
De qualquer forma, parabéns pra mim!!!!!! Muitas felicidades para todos e viva meu aniviersário!!!!
Comemoração da vida, da oportunidade de aproveirtar todas as coisas maravilhosas que ela tem!
Eu AMO encontrar pessoas, lugares, livres, filmes, blogs, que me entretenham, algo que me deixe completamente conectada.
Há quem veja entretenimento como perda de tempo, mas se analisarmos friamente estamos cercados o tempo todo de coisas que nos entretém.
Seja no trabalho, na faculdade, em casa, enfim todo o tempo algo nos chama atenção.
No trabalho, por exemplo, sempre estamos entretidos com algo, se você trabalha em algo que gosta então, não é só um trabalho é quase um entretenimento porque você realiza suas tarefas com mais prazer ainda.
Indo mais fundo nesse raciocínio, se enxergarmos as pessoas como entretenimento, isso seria bom ou ruim?
Depende, em certos aspectos pode ser bom, porque se você tem a habilidade de entreter, isso é um sinal de que você é interessante o suficiente para tal.
E eu acho isso uma característica boa, uma habilidade que pode ser usada para muitas coisas e trazer uma série de benefícios.
Por exemplo, se eu consegui fazer você chegar até esta última linha, é sinal que entreti você até aqui.E só por isso já fico satisfeita!
É complicado saber se você realmente quer uma coisa ou se acha que quer. Tem uma diferença muito grande entre ter convicção que quer ou achar que. Você pode ser levado a crer que quer por uma série de razões externas e convenções sociais.
Por exemplo, você pode achar que quer porque é o curso normal das coisas, é o que esperam que você faça.
Mas você já se questionou o que só você quer? Independentemente do que dizem as regras, do que esperam de você.
Acho que pensar sobre isso é ser fiel a si mesmo, porque a primeira pessoa que tem que existir na sua lista de prioridades, ser satisfeito e agradado é você mesmo.
Eu tenho vivido algo completamente novo, que é ser dona da minha vida, ser livre para fazer o que eu quero, na hora e com quem eu quero.
Sem me preocupar em agradar ou desagradar, talvez seja uma atitude meio rebelde, mas tenho me permitido agir assim e tenho me deliciado com esta independência e autonomia.
Eu estava pensando esses dias, é incrível como tudo muda. Um dia temos verdades absolutas e no outro vemos que as coisas não são bem como imaginávamos.
Tudo muda, tudo muda de lugar. Sentimentos, crenças, expectativas, planos, amores. Num dado momento simplesmente nos damos conta que algo simplesmente mudou.
E agora?
Acho interessantíssimo observar essas mudanças, porque algumas delas são completamente inesperadas ou podem ser mudanças que não acreditávamos possível de se tornarem real por esforço ou vontade própria e de repente ela acontece!
As vezes não somos responsáveis por elas e nem nos damos conta. Essas são as mais incríveis, porque é como se a fizessem por nós.
E aí eu penso, como acontece essa dinâmica que faz as coisas acontecerem inesperadamente?
Tenho encontrado uma grande dificuldade em conseguir escrever sobre outros temas, assuntos que não sejam relacionados a mim ou a sentimentos, sensações, comportamentos.
Esse blog até agora tem sido absolutamente particular, textos relacionados a mim ou simples desabafos.
Mas o fato é que não consigo sair dessa temática pessoal, em pouquíssimos textos eu consegui mudar e não me ver em cada linha que escrevi.
Não sei se isso é bom ou ruim, mas é algo que tem me incomodado um pouco, porque eu gostaria de conseguir escrever sobre outras coisas.
Será que esse negócio de escrever sobre um assunto recorrente é algo definido como estilo ou é apenas a incapacidade de mudar de assunto?
Fato é que diversificar os temas aqui abordados é algo que eu quero fazer, vou tentar mudar e olhar para outras coisas também.
Elas estão em todas as partes. É incrível, como a vida das pessoas pode ser tão radicalmente diferente. É como se houvesse um abismo tornando-as até mais diferentes do que normalmente já seriam. Sejam diferenças culturais, sociais, raciais, enfim de qualquer tipo.
Mas eu me pergunto: As pessoas são realmente diferentes ou existe algo que as torne iguais?
Eu acredito que existem coisas que nos tornam exatamente iguais, independentemente das nossas diferenças.
Por exemplo, todos têm apenas uma única certeza na nossa vida, que um dia vamos morrer, ela vai chegar para todos. Diferentes ou iguais, nosso fim é certo.
O que mais temos que nos tornam iguais? Ah sim, todos temos que respirar, nos alimentar, dormir, amar e mais uma série de coisas.
Será que enxergar somente as diferenças é uma questão de mudar o enfoque?
Talvez exista uma questão social já embutida em nós, nos condicionando a ver e sentir que uns são melhores que outros?
Ou uma miopia não nos permite ver que em meio a tantas diferenças somos absolutamente iguais?
Do mesmo jeito que o novo as vezes assusta, ele também pode ser muito interessante.
É bom quando conhecemos uma pessoa e vamos aos poucos descobrindo coisas sobre ela. É saboroso ver como se constrói algo chamado:"Intimidade".
No começo não sabemos nada sobre a pessoa e vice versa, é tudo uma descoberta!
A conversa começa meio sem jeito. Só sabemos o nome e aos poucos vamos descobrindo um ao outro.
Do que ela gosta, onde trabalha, mora, os lugares que frequenta, se conhecemos pessoas em comum ou se temos gostos parecidos. Podemos descobrir que estivemos no mesmo local, data e horário e não nos vimos. Isso eu acho o máximo.
A vida segue seu curso normal e um belo dia lá estamos no mesmo lugar, data e horário e simplesmente nos enxergamos.
Acabei de ler um livro chamado "O Jardim de ossos" da autora Tess Gerritsen, foi o primeiro que li dela.
Já ouvi algumas pessoas dizendo que ela é ótima, que o livro "O cirurgião" é excelente e tal. Ela é considerada um dos maiores nomes do suspense médico, mas eu particularmente não achei nada de excepcional.
É um livro interessante, conta duas estórias simultâneamente, uma delas em 1830 narra as ações do Estripador de West End com pano de fundo o estudante de medicina Norris Marshall e a outra em dias atuais. A conexão entre elas é quando Julia Hamill encontra no jardim de sua casa um cranio humano que data do século XIX.
No decorrer do livro, essas estórias vão se entrelaçando e os mistérios vão sendo revelados. É legal, mas nada de tão incrível.
Agora vou começar a ler o último livro da saga dos "Cullen" (da série Crepúsculo, Stephenie Meyer). Há quem diga que esta seja uma leitura juvenil, mas eu adoro.
Já li os três livros da série (Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse) estou empolgadíssima para saber o fianl da estória de amor entre um vampiro (Edward Cullen) e a humana (Isabella Swan).
Sou muito admiradora do estilo da autora, por sua incrível criatividade e maneira de escrever que deixa o leitor absolutamente envolvido e ávido por continuar a ler.
Após este, vou ler um livro que ganhei, "O clube do filme" que também parece ser muito legal. Tenho também uns livros pendentes de leitura... Mas garanto que vou lê-los. Estou só adiando, mas qualquer dia desses eu resolvo isso.
E viva a leitura e tudo de bom que ela proporciona, sejam as boas sensasões e o conhecimento que nos agrega ou uma simples distração.
É onde eu sinto que estou, presa em uma ilha. Pra mim tem sido difícil me sentir assim, porque gosto de me comunicar, conversar, enfim de estar com pessoas e me ralacionando.
Mas o que fazer quando se está só? Quando não há mais ninguém, só você e a ilha.
Para uns pode ser absolutamente normal, já para outros pode ser assustador.
Eu confesso que pra mim tem sido difícil, porque não é algo que eu esteja adaptada.
Mas como tudo que é novo, no começo pode assustar e dar medo, mas depois de um tempo acho que podemos nos adaptar e aprender a estar na ilha numa boa!
Acho válido estar só, compartilhar da sua própria companhia, conhecer-se e de repente aprender a se amar, descobrir seus limites, definir outros.
No final das contas, chego a conclusão que toda pessoa é sozinha, nasce e morre só. As vezes você pode estar acompanhado e, assim mesmo, sentir-se completamente só.
Claro que existem pessoas maravilhosas que amamos e somos amados por elas, que são nossos parceiros para a vida toda, mas tem coisas que são absolutamente particulares e por mais que tenhamos alguém por perto, não tem como dividir certos sentimentos.
Olhando por este lado, concluo. Todo homem é uma ilha.
Em determinadas áreas da minha vida eu não sei qual é o meu, mas estou tentando descobrir. Quero saber até onde consigo ir, até onde posso chegar e dizer, agora chega, esse é o limite.
Não sei se é bom ou ruim ter limites, acho que depende muito da situação, será que em determinadas situações não ter limite é sinônimo de ser fraco?
Se bem que ser fraco ou não é um conceito muito particular. Mas a questão é conseguir entender porque permitimos algumas coisas e não colocamos logo um limite.
Mas tem coisas que não devemos colocar limites, no amor, nos sorrisos, alegria de viver, gratidão, ânimo, bons momentos, nas pessoas que amamos e que nos fazem bem, nos amigos fiéis e mais um monte de coisas deliciosas que definiticamente são sem limites!
É incrível como o ser humano consegue se adaptar as mais diversas situações!
Claro que algumas pessoas tem mais facilidade e essas na minha opinião estão na frente. Pois para mim é uma excelente característica.
As vezes nos colocamos ou até mesmo criamos certas situações onde temos que nos adaptar de qualquer jeito.
Se nos entregássemos as mudanças nossa adaptação seria mais fácil.
Se aceitássemos as mudanças, mesmo que a primeira vista elas não sejam boas, se dermos a elas a oportunidade de se instalarem em nossas vidas de forma mais leve, elas poderiam acabar revelando-se melhor do que imaginávamos.
Se você parar para pensar, tenho certeza que vai encontrar um monte de situações na sua vida que teve que aprender e adaptar-se. Algumas você nem acreditava que conseguiria, mas acabou dominando a situação!
Portanto, da próxima vez que isso acontecer, não sofra tanto. Deixe as coisas acontecerem e lembre-se: Você já está adaptado em ter que adaptar-se!
Bom humor é absolutamente tudo de bom, ele torna tudo mais leve, animado. Eu adoro!
Como será que se faz para ter bom humor? Será que ele faz parte da personalidade das pessoas ou é algo que pode ser adquirido?
Eu não sei, mas na minha opinião ele já faz parte da personalidade, mas creio que com um pouco de esforço ele pode começar a fazer parte do jeito da pessoa.
Talvez não seja muito espontâneo, mas pode tornar-se.
Eu acho que sou uma pessoa bem humorada, amo dar risada e me esforço para estar bem. Mesmo sendo clichê, mas eu acho mesmo que o sorriso ajuda tudo, é bom para quem sorri e para quem recebe.
É impressionante como as vezes parece que o universo inteiro conspira para que algo aconteça.
Eu não sei que nome isso leva, se é coincidência, destino, mas que acontece é fato.
Por exemplo, racionalmente você sabe que deve tomar uma atitude, mas não consegue realizar.
De repente as circustâncias acabam se organizando de tal forma que te forçam a colocar em prática tal decisão, a ponto que você fique de mãos atadas e só o que resta a fazer é o que você havia imaginado como mais apropriado.
Não sei se me faço entender, mas a impressão que dá é a seguinte: Já que você não vai fazer sozinha, vamos mobilizar o universo para que isso aconteça.
Sinistro isso, né? Será que são as forças sobrenaturais agindo por nós? Será isso que as pessoas chamam de destino? Não sei...
É estranha essa sesassão, parece que você é colocado contra a parede e que não existem opções. Mas no fundo, se analisarmos com calma acho que encontraremos algumas alternativas. Tomara!
Como é difícil abrir mão de certas coisas né? Deixar algo que gostamos, mas as vezes é o mais certo a ser feito. E quem disse que fazer o certo é fácil?
Muito pelo contrário, o mais certo na maioria das vezes é o mais difícil.
Mas... as vezes não adianta tentar reter algo que não é nosso, de repente é melhor deixar ir.
E permitir que os mesmos ventos que o trouxeram o levem, e abrir o coração para que eles tragam novidades que vamos aprender a amar.
Não adianta forçar nada. O melhor é deixar solto e livre, se tiver que ser seu, será.
Sim falar é muito fácil, mas pra que sofrer? Deixe ao sabor dos ventos que eles se encarregarão de nos trazer o que é nosso e de levar o que não nos pertence.
Hoje vou fazer isso, caminhar contra o vento e senti-lo acariciar meu rosto, permitir que ele leve de mim tudo que me deixa triste e permitir que venham novos ventos, cheios de coisas boas e que me façam feliz!
Não é por acaso que o nome deste Blog é QUEM ENTENDE???, eu realmente não entendo as pessoas e várias vezes me pego pensando isso.
Não sei porque algumas coisas acontecem, as vezes temos pessoas maravilhosas em nossas vidas, mas temos que ficar sem elas, temos relações deliciosas, mas temos que terminá-las.
Porque as vezes complicamos tudo? Poderia ser tudo tão mais simples.
Mas em alguns casos não é questão de não complicar, é uma simples questão de sentir.
Por exemplo se uma pessoa não gosta de outra, ela simplesmente não gosta, e isso não torna a pessoa ruim. Ela simplesmente não manda em quem vai gostar ou não.
Engraçado isso, é simples e complicado ao mesmo tempo: Simples assim: Não gostar, e complicado: Gostar e ter que abrir mão.
*A sua felicidade não pode depender do que não depende de você. Não trate como prioridade quem te trata como opção.*
A sua vida merece uma chance de ser especial e memorável. E isso inclui em que você se dedique para fazer a vida de alguém especial, feliz e completa. Com sorte, também significa ter alguém que faça isso por você.
Não por dever, apenas, mas por ser um caminho apaixonante da realização.
Mas, infelizmente, no que se refere ao relacionamento entre duas pessoas, não podemos controlar todas as variáveis, as limitantes e os resultados.
Até porque os resultados envolvem diferentes percepções, desejos e níveis de comprometimento.
O amor, embora seja um verbo, antes de uma emoção, é uma daquelas áreas nas quais todos nós gostaríamos de controlar os dois lados da equação, mas só podemos controlar o nosso lado. E torcer.
Um romance, seja ele namoro, noivado, casamento ou bodas de diamante, exige que os dois queiram dar um passo em direção ao futuro misterioso todos os dias – juntos.
Mesmo que seja para sofrerem juntos, desafiando os problemas.
Se você é do tipo que quer casar, e continuar se comportando como solteiro, então é melhor não casar. Fique como está.
Sei que o que está na moda é a fantasia de que “ser livre” é o melhor. Ser independente.
Mas, apesar do estardalhaço que algumas revistas semanais fazem, dizendo que muitas pessoas querem ficar sós, não é a realidade que encontro com meus clientes. Para mim eles, e elas, dizem a verdade.
E a verdade é diferente daquilo que dizem para o show da mídia, ou para uma roda de amigos.
Ninguém quer ficar só. As pessoas apenas vestem uma confortável imagem de que a “liberdade” é mais vantajosa do que o compromisso, assim como dizem veementemente que jamais entrarão em um supermercado que os tratou mal – só para irem direto lá, quando tiverem que comprar algo. Quando o silêncio das paredes internas do coração começa a ser escutado, o “caldo entorna”, e você se pega pensando em passar os próximos anos vivendo com aquela pessoa.
Mas, nem sempre. Há momentos nos quais você deve olhar bem para aquela pessoa que está tratando você apenas como uma opção, uma alternativa temporária, e deixar de ter a vida dela como sua prioridade. Algumas vezes, ser a pessoa ideal não é o bastante. Especialmente, quando o outro lado da moeda tem uma lista de prioridades enorme, você aparece em um ingrato 256° lugar. Naturalmente, há momentos nos quais um amor não pode lhe dar atenção. Há altos e baixos em qualquer vida, por isso não devemos assumir o pior, apenas por um problema temporário. Mas, há também situações nas quais você precisa entender que talvez haja muito mais dentro de você do que a outra pessoa nota ou dá valor.
Lembre-se: *Não trate como prioridade quem te trata como opção. * Dê todas as chances que puder. Mas, quando não houver mais o que fazer, não faça. Pare de tentar. Você saberá quando a hora chegou. Você saberá quando já tentou tudo.
E, quando chegar este momento, olhe ao redor. Se alguém não trata você como prioridade, há quem trate. Ai pertinho de você. É só olhar com o coração.
Você merece ser prioridade de alguém. Você merece ser o rei, ou a rainha, e não o vassalo, ou vassala. O amor é um jogo de “iguais de coração”.
Eu estava conversando com um amigo outro dia e ele me perguntou: "Como faço para expressar um sentimento?" E pensei, nossa não sei! Quem me dera sempre saber expressar as coisas que sinto...
Ele disse: "Sabe quando você percebe que não é importante para uma pessoa que ainda é importante pra você ?Como escrevemos sobre isso?"
Fiquei pensando, como escrevemos? Sei lá eu... Cada um tem um jeito, uma maneira.
É estranho, mas essas coisas acontecem mesmo. Comigo já aconteceu, convivi com pessoas que em dados momentos eram prioridade absoluta na minha vida e em virtude de vários acontecimentos deixaram de ser. Não sei se isso é bom ou ruim, acho que depende da situação.
Eu também já deixei de ser importante para alguém, isso é normal e acontece com todo mundo, mas, ser especial para alguém independentemente de ser importante é muito mais gostoso.
Tem pessoas que as vezes não são prioridade mas são especiais e tem um lugar diferenciado no nosso coração.
Acho que vou dizer isso pro meu amigo, que talvez ele não seja importante mas quem sabe, com um pouco de sorte ele seja especial!
Assisti um filme meio "sessão da tarde" chamado Minhas adoráveis ex namoradas e ilustra bem o que tenho visto por aí. O protagonista (Mathew McConauhgey) é um autêntico "galinha", que namora várias mulheres ao mesmo tempo e não se apega a nenhuma delas. Exceto Jenny (Jennifer Garner) que ele conhece desde a infância.
O filme de maneira bem engraçadinha faz ele enxergar os sentimentos e as decepções que causa nas mulheres com suas atitudes. No final como não poderia ser diferente, ele se transforma em um "príncipe encantado" e fica com a mocinha.
Mas tem uma mensagem bonitinha. Quando ele ainda está na fase "galinha", sua filosofia é: "Quem se dá melhor é quem se importa menos", ele larga a mocinha quando percebe que estava apaixonado por ela e vê isso como sinal de sofrimento.
Mais tarde percebe que errou e que deveria ter dado oportinidade ao amor e vê que sua atitude causava sofrimento nas pessoas e que perdeu oportunidade de estar com uma mulher que gostava e que tinha tudo para ser feliz.
Mas eu te pergunto: Quem está isento de sofrer? Ninguém.
Portanto, antes sofrer por ter vivido uma história, do que sofrer de arrrependimento por não ter experimentado.
Pode paracer clichê, mas pra mim vale a pena se arriscar e amar. Mesmo que dure pouco ou que você sofra e se machuque, os bons momentos valem a pena e ter a sensasão de estar vivo e viver a sua vida de verdade é o melhor que você pode fazer para si mesmo.
As vezes o amor pode ser mesmo uma piada mas também pode ser bom e te proporcionar coisas maravilhosas. De qualquer forma é melhor rir da piada do que chorar. Rir é sempre o melhor remédio.
Eu já... Complicado isso, né? Mas as vezes é necessário.
Dizer não pra mim já é meio complicado, é algo que tenho tentado colocar mais em prática, não para ser ruim nem nada parecido. Até mesmo porque ele não precisa estar associado a algo ruim e que faz mal as pessoas. Muito pelo contrário, ele pode ser bom.
Pode representar tomada de decisões, amadurecimento e algumas vezes um grande economizador de tempo e nosso tempo vale muito.
Mas que dá uma vontade de ceder e dizer SIM, isso dá... Mas é melhor NÃO.
Quem disse que seria fácil? Pode ser difícil, mas há quem diga que o que é difícil é melhor!
Certas palavars que ouvimos nos encorajam a tomar decisões. Sejam palavras de incentivo ou palavras cruéis que nos fazem enxergar aquilo que evitamos.
Eu acho que tudo tem sua hora e as vezes só precisamos de uma palavra para acatarmos uma decisão que muitas vezes já tomamos, mas não temos coragem de colocar em prática.
Por isso considero importantíssimo pensar um pouco antes de falar alguma coisa para alguém, claro que nem sempre isso acontece. Muitas vezes quando nos damos conta, já era, não tem mais jeito. Só o que resta é aguentar as consequências.
De qualquer forma o que foi dito, foi dito. Quem sabe foi melhor assim!
Hoje eu não vou cometer os mesmo erros de ontem. Posso cometer novos, mas os mesmo não! Eu me recuso.
A cada dia temos a oportunidade de fazer diferente, de mudar a forma com que enxergamos as coisas, podemos mudar nossa opinião, perdoar alguém, mudar uma situação que não está dando certo. Temos a chance de colocar em prática coisas que aprendemos.
Como diz a música do Barão Vermelho: "Não deixe o sol morrer, errar é aprender. Viver é deixar viver". Eu concordo, aprendemos com nossos erros e eles nos tornam mais fortes e experientes, mesmo que tenhamos que aprender pela dor (as vezes é só dessa maneira).
Com certeza numa próxima situação saberemos como agir e nem vai doer mais!
Aproveite você também e hoje se recuse a repetir os mesmo erros, no máximo cometa uns novos e aprenda com eles!
Você conhece alguma pessoa com quem consegue falar sem palavras?
Eu conheço algumas e simplesmente AMO esse tipo de afinidade que existem entre algumas pessoas. Acho delicioso quando nenhuma palavra precisa ser dito e tudo já foi entendido.
Quando você fala com uma pessoa, mesmo entre outras e só ela sabe o que você disse, quando fala nas entrelinhas e simplesmente diz tudo, pode ter certeza, essa pessoa é especial.
Isso pode ser chamado de sintonia, afinidade, enfim, não sei o nome certo só sei que quando acontece é muito bom.
Existem umas poucas pessoas espalhadas pelo mundo com quem temos absoluta compatibilidade, sejam amigos, parentes, namorados (as), pessoas com quem temos imenso prazer em estar junto e desfrutar de sua companhia.
Você conhece alguém assim? Tomara que sim, as vezes você já conhece e simplesmente não se atentou para essa cumplicidade.
Da próxima vez, desfrute mais e fique atento aos sinais!
Vejo umas coisas por aí e simplesmente não entendo. Não sei porque algumas pessoas sofrem tanto e outras só comemoram, como se a vida fosse só festa. Porque essa diferença tão grande? Porque alguns países vivem em conflitos constantes? Porque existem perseguições por conta de nacionalidade ou religião? O que leva as pessoas ao extremismo? A odiar umas as outras por motivos banais?
Uns dizem que é carma (acerto de contas com sua vida passada), ou ainda que são provações divinas. E você, acha que as coisas acontecem porque tem que acontecer? Ou acontecem por acaso, sorte, azar?
Eu não sei... Mas na minha opinião as relações deixaram de ser humanas e se tornaram mais oportunistas. Pode ser uma visão dura, mas algumas relações são baseadas em: O que aquela pessoa pode me proporcionar? Onde ela pode me levar? Em que pode me ajudar?
Sem olhar para a pessoa em si e o que ela é, mas sim o que ela pode te proporcionar. Eu não estou ilesa de agir assim, mas acho válido tentar observar as relações entre as pessoas para troná-las mais humanas e com mais envolvimento.
Creio que possa haver um meio de convivência harmônica entre as pessoas, sem que haja necessidade de impor opiniões, pontos de vista, crenças, etc. Se houver respeito as relações podem voltar a ser humanas. Você pode não concordar comigo, mas se respeitar minha opinião não teremos problema.
Gosto da liberdade de expressão, creio que as pessoas devem fazer e acreditar naquilo que lhes fazem bem. Cada um deve procurar o que lhe faça sorrir!
Tomamos algumas decisões que não sabemos se é a melhor, ou a mais acertada.
É claro que ficar em cima do muro é confortável, você se sente acomodado e protegido. Mas é melhor decidir-se, por mais que você tenha que abrir mão de certas coisas.
Eu digo por mim, pois tenho protelado algumas decisões, justamente por não querer perder nada.
Mas como dizem, "Não se pode ter tudo"... Eu te pergunto, quem disse isso?
E se eu quiser ter tudo? Acho esse tudo, meio relativo, porque meu tudo para você pode ser nada, concorda?
Na minha visão posso achar que tenho tudo e quem vê de fora pode julgar que não tenho nada. Mas como as pessoas são diferentes, cada um pode ter o que quiser.
Logo... Quem disse que não posso ter TUDO?
É parecido quando ouve-se aquelas conversas sobre mudar o mundo, ele é muito grande, mas você pode começar mudando sua vida, seu mundo e isso pode virar uma reação em cadeia que pode mudar o mundo!
O que nos motiva a escrever? Expressar nossas opiniões?
Não sei... Mas a falta de inspiração para escrever é complicada. As vezes tenho várias ideias e simplesmente não consigo escrever, o inverso também acontece, tem dias que não tenho absolutamente idéia nenhuma.
Eu gosto de escrever, sempre gostei, quando eu era mais nova eu tinha diário e vira e mexe lá estava eu escrevendo alguma coisa. Quando fui mudar de casa fiquei espantada com tanta agenda que eu encontrei. Aproveitei e comecei a ler.
Me deliciei com tantas lembranças boas e algumas nem tanto que eu tinha até esquecido, e elas estavam todas ali, protegidas naquelas linhas. Adorei aquilo e fiquei feliz comigo mesmo de ter escrito aquelas palavras.
Agora as coisas estão mais modernas e podemos escrever as coisas que gostamos, nossos pensamentos, enfim o que quisermos num Blog e olha que legal, não precisamos ficar acumulando um monte de agendas, cadernos e papéis. Está tudo aqui!
E viva a "modernidade"!
Você escreve? Acho que deveria tentar, é uma delícia, as vezes eu começo a escrever com uma ideia e no meio do caminho já começo a escrever sobre outra coisa... Não sou uma profissional, apenas uma amadora que se diverte enquanto escreve seus devaneios!
Acabei de ler este livro do Chico Buarque e amei. Adorei a forma como ele escreve, o estilo, a maneira como transformou uma história triste em uma narrativa leve e divertida.
O livro fala sobre as memórias de um senhor, tendo como pano de fundo a história do Brasil. Internado em um hospital no Rio de Janeiro, ele vai contanto suas memórias para quem quiser ouvir, sua filha, enfermeiros ou ninguém.
De família tradicional carioca Eulálio vai falando sobre a sua vida, sua família e principalmente de Matilde, seu grande amor. Só que existem várias histórias referentes a Matilde e o leitor num determinado ponto questiona-se o que afinal de contas aconteceu com ela? Ou ainda, ela existiu?
O livro é ótimo, fácil e gostoso de ler, eu recomendo.
Fiquei pensando sobre o título e achei muito apropriado, muitas vezes nossas lembranças são como leite derramado, umas boas, outras nem tanto, mas elas são parte de nós.
E de qualquer forma, de nada adianta chorar pelo leite derramado!
Nada como a liberdade e a divergência de opiniões para deixar claro que as pessoas são diferentes.
Alguns são mais resistentes quando trata-se de mudar de opinião, outros já são mais flexíveis, creio que eu esteja nesse grupo. Não que isso signifique não ter personalidade, pois na minha opinião uma coisa nada tem a ver com a outra.
Em consulta ao dicionário personalidade é definida como:"Carácter ou qualidades próprias da pessoa, individualidade consciente, pessoa conhecida devido às suas funções, à sua influência, etc."
E opinião é: "Modo de ver pessoal, juízo que se forma de alguém ou de alguma coisa, adesão pessoal ao que se crê bom ou verdadeiro, modo como o geral das gentes vêem certas coisas ou dizem julgar delas. (Também se diz opinião pública.)".
Mudar de opinião, ás vezes, é só o ato de enxergar que a opinião do outo é mais sensata ou tem mais fundamento.
Nada como uma boa conversa para se perceber essas coisas.
Claro que certas opiniões não mudam, mas o bom senso numa discussão dessas vale ouro, porque as pessoas do grupo dos resistentes, às vezes entram em conflitos e não cedem nunca. Eu muitas vezes prefiro evitar confusão ao invés de tentar fazer, a qualquer custo, um resistente mudar de opinião.
Eles denfendem suas opiniões independentemente de certo e errado. Isso não cabe a mim decidir, porque como eu já disse sobre opinião:
Para muitas pessoas ela é a grande vilã. Antagonista da sexta-feira a segunda é mal vista por muitas pessoas. Eu mesma não era lá muito fã dela não.
Um amigo me disse que a segunda-feira é ruim porque as pessoas não trabalham com o que gostam, mas quantas pessoas hoje em dia fazem o que gostariam? Pouquíssimas...
Infelizmente o mercado de trabalho não dá as pessoas o privilégio de se realizar enquanto trabalha e esse é também um dos motivos que torna a segunda-feira tão discriminada.
Mas hoje eu consigo vê-la sob outros ângulos, ela representa um recomeço, a oportunidade de fazer diferente, aprender algo novo, conhecer um lugar, estar com uma pessoa nova, reencontrar alguém que não se vê a muito tempo.
Enfim há uma infinidade de possibilidades e a segunda-feira é só o começo, então, porque tem que ser ruim?
Pode ser bom, mesmo que o trabalho não seja lá grande coisa e o "chefe" seja chato, se você estiver bem consigo essas coisas não o afetarão.
Veja oportunidades onde você só via insatisfação, você pode perceber que o que você quer esta mais perto do que imagina, está ao seu alcance é só mudar o enfoque.
Aproveite que é segunda-feira e comece a semana de outra forma, experimente ser mais grato por todas as coisas maravilhosas que você tem, sorria, respire fundo e tenha uma excelente semana!
Adoro esse dia, durante um tempo da minha vida profissional eu trabalhava todo sábado, domingo, feriado, dia santo. todo dia era dia de trabalhar e eu morria de inveja das pessoas que trabalhavam de segunda a sexta, pra mim era um sonho.
Eu achava o máximo uma sexta-feira ser mesmo uma sexta, quando pra mim era na verdade uma quinta... Saco, eu ficava doida com isso, queria sair, viajar, fazer um monte de coisas.
Hoje eu trabalho de segunda a sexta e amo, que sensação boa essa de ter uma sexta-feira de verdade. Poder sair, viajar, dançar ou simplesmente não fazer nada. Deitar na minha caminha e dormir como um anjo, sem me preocupar com a hora que terei que acordar no dia seguinte. Que gostoso!
Sexta-feira é o dia, das expectativas, dos encontros, das possibilidades, de se fazer o que gosta, de estar com pessoas especiais, ou de estar só e aproveitar este dia maravilhoso!
Aqui estou eu com mais uma das minhas histórias do ônibus Alphaville - Metrô Paraíso. Atrás de mim estava sentada uma moça fazendo umas ligações para candidatos a uma oportunidade de trabalho, ela falava tão alto que não pude deixar de ouvir. Esse negócio de ouvir as pessoas ao telefone tem sido bom pra mim, porque também falo alto... Melhor começar a falar mais baixo.
Esse telefonema me trouxe vários pensamentos relacionados ao "mundo corporativo" e me fez pensar em várias coisas referente as relações de trabalho, na verdade o telefonema dela foi só o início desses meus pensamentos, o que me fez escrever sobre este assunto.
Fiquei pensando, será que essa pessoa que está fazendo essas ligações tem idéia do quanto esse telefone é esperado para quem está do outro lado da linha?
Não sei se ela sabe, mas eu sei, porque já estive no lugar de quem espera essa chamada e sei a alegria que trás quando ela chega e também o quanto dói quando o telefone não toca.
Eu quis fazer pós graduação em RH para estar também do outro lado e me tornar uma facilitadora, essa pode ser uma visão meio romanceada, mas era algo que eu queria.
Gostei de estudar as relações humanas e enxergar que os recursos podem e devem ser muito mais humanos do que são em algumas empresas. As pessoas podem ser vistas por suas competências. Os "gestores" podem ser muito mais do que apenas pessoas que mandam e os"subordinados" podem ser mais do que isso, eles podem ser parceiros.
O "coaching", como dizem é justamente esse facilitador, é a pessoa que enxerga seu potencial, seus pontos fortes e oportunidades de melhorias e te ajuda a ser um profissional realizado e que sabe usar suas habilidades em benefício próprio e consequentemente para que empresa ganhe, afinal de contas negócios visam lucros.
A empresa que se utiliza dessas ferramentas tem tudo para crescer e ter grandes resultados pois investe no seu principal potencial, as pessoas que fazem a empresa existir e cumprir sua missão.
Sei que pode parecer uma visão meio utópica, mas eu acredito que funcionários realizados e bem aproveitados são motivados a dar o seu melhor e quem ganha no final é a empresa, não que ela seja boazinha, ela é apenas inteligente e enxerga muito além do que diz o ditado:"Quem pode manda quem tem juízo obedece."
Eu sempre fui contra tatuagem, dizia que ser diferente era achar alguém que não tivesse uma... E aqui estou eu, como dizem "pagando a língua".
Tudo começou com uma pequena estrela no pulso direito, bem discretinha tanto que a minha mãe disse: "Olha que bonitinha, é de mentirinha?"
Mas não era... E eu gostei tanto dela que decidi que queria fazer mais uma...
Que coisa estranha né?
Porque as pessoas fazem tatuagem?
Eu não sei... acho que para serem diferentes, únicas, sei lá.
Fato é que isso se torna um vício, uma paixão, não sei bem o nome certo. Mas é estranho, porque é uma coisa que dói, dá trabalho porque você tem que cuidar e não é nada barato.
Mas eu adoro todas as minhas 11 tatuagens, calma, calma não se assustem, são todas muito discretas e com um sentido especial, amo todas.
Tenho vontade de fazer uma no braço, mas me falta coragem (porque no braço aparece muito e tal), mas eu ainda acho que vou acabar fazendo.
Ainda não sei porque isso acontece, não sei responder o que leva as pessoas a desenharem seus corpos, mas vou pensar um pouco sobre isso e se eu chegar a alguma conclusão conto para vocês.
Dei uma olhada no dicionário na palavra íntimo e veja o que encontrei:
"1. Que está muito dentro; muito interno; intrínseco.
2. Que existe no ânimo ou no coração.
3. Muito cordial; entranhável.
4. Que goza de intimidade.
5. Doméstico; particular, privado.
6. A parte mais interna; âmago.
7. Pessoa de intimidade."
Gostei dessa definição, "que existe no coração, particular, privado" e pensando nisso vejo que existem vários tipos de intimidade, entre amigos, familiares, namorado.
Ô coisa boa estar à vontade com uma pessoa. Simplesmente ser você mesma, sem ter que fazer tipo, nem agradar.
Como é chato quando você está com uma pessoa que não tem intimidade, você não sabe bem como agir, o que falar.
Quando você sai com uma pessoa pela primeira vez então é meio chato, porque você não sabe do que a pessoa gosta, não sabe bem o que dizer, se a pessoa é uma daquelas que não tem assunto então, aí danou-se tudo, porque não tem nada mais chato do que você ter que ficar desenterrando assunto do arco da velha e a pessoa só concordando... Complicado isso...
Quando se tem intimidade tudo é mais gostoso, mais solto e espontâneo. O lado ruim é que as pessoas ficam meio previsíveis.
É... Tudo tem dois lados, mas mesmo assim adoro a intimidade e o que ela traz.
Desde o momento que abrimos os olhos, ao acordar, já estamos fazendo escolhas.
Escolhemos começar o dia bem ou já reclamando, escolhemos estar animados ou tristes, escolhemos acreditar que o dia vai ser maravilhoso ou chato.
E aí seguimos o resto do dia escolhendo e a mesma coisa acontece com a nossa vida, podemos escolher ter medo ou enfrenta-lo, sei que falar é fácil. Eu muitas vezes escolho ficar na zona de conforto do medo e deixo umas decisões pra depois, hoje tento decidir tudo e ver o que acontece.
Temos o livre arbítrio de escolher entre um caminho e outro, e isso nos torna responsáveis por nossas escolhas.
Tenho escolhido a mim mesma, olhar para o meu interior e ver as coisas que quero, tenho escolhido me agradar, me fazer feliz, estar com pessoas que me fazem e querem bem. Como é deliciosa a sensação de estar viva.
Escolho isso, essa adrenalina de estar viva, pulsante!
Escolha você também ser feliz hoje mesmo, sempre dá tempo de mudar uma escolha!
Oportunidade. Penso bastante sobre essa palavra e creio que ela possa ser vista sob vários ângulos, e um deles é permitir-se.
Quantas vezes deixamos de fazer algo por que não nos damos oportunidade, desde as coisas mais simples, como experimentar uma comida diferente até coisas mais complexas como decisões para nossa vida.
Isso as vezes pode até acontecer sem que a gente perceba,mas se você parar para pensar pode constatar que deixa de fazer um monte de coisas e nem sabe porque.
Tenho procurado me dar mais oportunidades de fazer coisas que nunca fiz, estar em lugares que nunca estive, falar com pessoas com as quais eu não falava as vezes por puro preconceito, comer coisas que sem ter provado eu já julgava ruim, terminar relações mesmo com medo de me arrepender, ler livros que são pra mim um desafio uma vez que seus estilos não me atrairiam naturalmente.
Tenho me dado a oportunidade de viver, experimentar e principalmente mudar. Esse blog mesmo é uma oportunidade de me expressar, de compartilhar as coisas que sinto, penso, pretendo. Sei que as vezes não me expresso da melhor forma, mas é um aprendizado.
Agredeço a todas as pessoas muito queridas que participam deste blog, com sua leitura, palpites, seus comentários animadores e cheios de carinho (que AMO receber) e ao meu "editor" particular que sempre me mostra onde posso melhorar!
Quem foi que disse que você tem que seguir um padrão?
Que você tem que ser magra, ter cabelos longos e lisos, tem que usar saltos altos, se maquiar, vertir-se de acordo com o que um zé qualquer disse que é moda, que você não pode falar gírias, tem que falar baixo, não pode telefonar no dia seguinte, não pode dizer o que sente, que deve mudar sua opinião para não criar polemicas.
Sou absolutamente contra à seguir regras que dizem que você tem que ser aquilo que você não é. Se isso é ser rebelde, sim, sou uma rebelde.
Porque sou a favor de que você seja você, afinal quem tem que se sentir feliz ao olhar-se no espelho é só você. Se isso acontece, PERFEITO, não precisa mais nada, não interessa o que dizem, que seu cabelo é enrolado ou se você não é magra como um palito, o que vale é sentir-se bem, satisfeita e segura.
Ter personalidade diferencia as pessoas, afinal cada um é de um jeito e isso é maravilhoso. Sou completamente a favor das diferenças, porque elas mostram o que as pessoas tem de único, de especial e sempre ensinam alguma coisa.
Que graça teria conviver com uma pessoa igual a você? Com a mesma roupa, o mesmo cabelo, sapato, perfume, opinião, peso, gosto, que faz exatamente as mesmas coisas com você.
Onde ficariam, os opostos? As conversas seriam sobre o quê? E a troca (do que quer que seja), onde ficaria? Que tédio!
Viva a diferença de estilos, cabelos, pesos, cores, roupas, opiniões, crenças, perfumes, cheiros, pele, jeitos, personalidades.
Adoro pessoas, observar, saber o que elas sentem, o que as faz feliz, compartilhar e sempre, sempre aprender algo novo.
Para fazer o que quiser, na hora e com quem quiser ou até mesmo com ninguém.
Como é gostoso não esperar nada, flutuar ao sabor das ondas e sentir o que acontece por acaso.
Que delícia esse tal acaso!
Como é bom estar somente na sua própria companhia e ter a autonomia de fazer o que quer independentemente de ter um amigo junto, isso o torna mais dono da sua vida, dono das coisas que quer.
Mostra a você mesmo sua identidade, é gostoso se conhecer e saber exatamente o que você gosta e não coisas que você acaba aceitando por influência de seus amigos, namorado, enfim quem quer que seja. Isso sem falar nas coisas que você sabe que gosta e acaba deixando de lado pelo mesmo motivo.
Estou vivendo isso e estou absolutamente feliz em me conhecer, em saber como é estar na minha companhia!
É bom estar só. Quem disse que você tem que ser uma pessoa popular para ser feliz?. Que você tem que estar sempre rodeado por pessoas e que estar só é ruim.
Claro que ter amigos, é maravilhoso, relacionar-se é uma delícia mas estar só também é TUDO!
Obrigada a mim mesma por me dar essa oportunidade!
Essa pessoa trato muito bem porque pode me proporcionar isso ou aquilo (pelo menos na sua cabeça). Esta outra trato com uma indiferença parcial porque pode me ser útil um dia, melhor não ser completamente indiferente.
Já essa sou completamente indiferente porque não vai me ajudar em nada (pelo menos na sua visão) que a qualquer momento pode revelar-se míope e equivocada.
Uma vez que cada pessoa tem seu valor.
Detesto gente que usa máscara.
Ou você é de um jeito com todos ou não é com ninguém.
Ou você gosta de uma pessoa ou não gosta. Se não gosta, não se dê ao trabalho de relacionar-se com ela.
Imagina só que chato quando uma dessas pessoas percebe que recebe tratamento diferente de outras, como será que ela vai se sentir?
Chega de mascarar, seja a mesma pessoa com todos é mais saudável, muito mais honesto e dá muito menos trabalho, porque você não precisa simular nada.
Respire fundo e simplesmente seja você mesmo, você pode acabar gostando disso!